terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sem chocolates?

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A letra e o espírito das Escrituras, e de todo o cristianismo, nos proíbem de supor que a vida na nova criação será sexuada; e isso reduz nossa imaginação a duas alternativas embaraçosas: corpos dificilmente reconhecíveis como humanos, ou um jejum perpétuo. Com relação ao jejum, penso que nossas atuais perspectivas sejam como as de uma criança que, se lhe contam que o ato sexual representa o mais elevado prazer físico, pergunta prontamente se é possível comer chocolate ao mesmo tempo. Ao receber uma resposta negativa, quem sabe ela passe a associar a sexualidade basicamente à ausência de chocolate. Seria inútil tentar lhe explicar que, em seu êxtase sexual, os amantes não estão interessados em chocolate, pois têm algo melhor em que pensar. O menino conhece bem o chocolate, mas nada de positivo que possa excluí-lo. A nossa situação é a mesma. Conhecemos a vida sexual; não conhecemos, exceto por vislumbres, aquilo que, no céu, não deixará espaço para ela. Assim, onde a plenitude nos aguarda, antecipamos o jejum. Negar que a vida sexual, como a entendemos agora, possa fazer parte da bem-aventurança final, não é necessariamente supor que a distinção entre os sexos irá desaparecer. Supõe-se que tudo que não for mais necessário para propósitos biológicos talvez sobreviva por seu esplendor. A sexualidade é o instrumento tanto da virgindade como da virtude conjugal; nem homens, nem mulheres terão de lançar fora as armas que vinham empregando com sucesso. Só os derrotados e fugitivos têm de lançar fora as suas espadas. Os vitoriosos desembainham as suas e as mantêm erguidas. “Além-do-sexual” seria um termo melhor do que “assexuada” para a vida no céu.

- C.S Lewis em Milagres

sábado, 26 de setembro de 2009

Adorar

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"Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste o perfeito louvor."

sábado, 19 de setembro de 2009

Minha infância

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A gente brincava de menina-pega-menino (no sentido lúdico da coisa), andávamos pela rua achando que éramos grande, jogávamos bola no sesc pompéia, juntávamos toda as nossas economias para comprar figurinhas, tínhamos tazzo e master-tazzoo (woooww), a gente brincava de verdade ou desafio nas festinhas de aniversário, o mc lanche feliz custava R$4,50, fazer compras no supermercado era legal, brincávamos de gato mia, assistíamos: cavaleiro dos zodíacos, shurato, power rangers, dragon ball Z, chiquititas (confesso), tv cruj, doug, o rei babar, chaves, chapolin, os animais do bosque do vintém, eliana e cia (nunca gostei da xuxa), super patos e castelo rá-tim-bum; jogávamos volei e futebol, gostávamos de ir às lojas de brinquedos "só pra ver", passávamos a tarde inteira brincando de "faz-de-conta-que...", era bom comer kinder ovo e ter vários tamagochis.
Momento nostalgia, época boa que não volta mais. E a sua infância, como foi?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Livros só mudam pessoas

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"Os livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas." - Mario Quintana

Acabo de ganhar um livro na mobilização "Livros só mudam pessoas". Há algum tempo estou querendo fazer um marketing desse movimento que de forma saudável tem estimulado algumas dezenas de pessoas ao hábito da leitura, eis uma boa oportunidade de agradecer e falar bem do mob, já que ganhar prêmios sempre me deixa inspirado!
Desde o começo do ano participo do movimento e confesso que o mob alterou de forma drástica a minha freqüência entre os livros. Ainda que meu hábito fosse razoável, nunca li tanto como tenho lido. E isso é mérito da competição saudável que existe entre os participantes do movimento e dos prêmios que são distribuídos mensalmente. Acredite, a chance de ganhar bons livros e o medo de fazer feio nos "rankings" da vida estimulam a leitura sim!
Para entrar no time, é só enviar a lista do que leu em 2009 (indicando os livros lidos e o número total de páginas) para o e-mail livrosepessoas@gmail.com, mesmo que tenha lido apenas um livro. Os prêmios são sorteados entre TODOS os participantes e não somente entre os primeiros colocados, afinal, o importante é a LEITURA.
Para maiores informações, acesse o blog: www.livrosepessoas.blogspot.com

domingo, 13 de setembro de 2009

Saber viver

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Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar

Cora Coralina

sábado, 12 de setembro de 2009

Qual é o problema?

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Por: Stephen Kanitz, administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.

Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.

O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras? Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo "Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?". Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo "Quem descobriu o Brasil?".

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

UP

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Deus pôs no coração do homem o anseio pela eternidade. Ec 3:11
Assisti ao sensacional "UP" da Pixar. Acredite se quiser, mas o filme é capaz de fazer as pessoas chorarem em seus dez primeiros minutos. Não chorei, mas confesso que engoli à seco as lágrimas que não rolaram. O enredo é muito simples, mas com um poder reflexivo bem legal.
Nesses dias, estive pensando. (novidade!) É estranho como seguimos uma lineariedade em nossas vidas: nascemos, crescemos, passamos por aquele conturbado período de adolescência, juventude rebelde, namoro, casamento, filhos, trabalho, aposentadoria, velhice e eternidade, quem sabe. Às vezes, o sentido da vida não me faz sentido, descubro que a maior parte do que eu fizer neste mundo será passageiro. São poucos os que serão lembrados pela extraordinariedade. A maioria de nós será mediocre e, também, é muito provável que não deixaremos um legado para as próximas gerações, simplesmente passaremos incógnitos. Então, qual é afinal o sentido de viver?
Algo que me chamou a atenção em UP foi a relação entre a vida e o sonho. Responda-me. O que você prefere?
a) Viver intensamente cada momento da sua vida como se fosse o último. (clichê do carpe diem)
b) Resguardar suas economias, forças e tudo o mais para o por vir, o sonho.
[SPOILERS]
Em UP, deparamo-nos com Carl e Ellie; ele tímido, ela traquinas-tagarela. Conhecem-se na infância devido à paixão por aventuras e, quando adultos, casam-se. Vivem uma vida longa e feliz, sonham em construir uma casa à beira do Paraíso das Cachoeiras. Em meio aos contra-tempos da vida deixam o sonho de lado e permitem-se viver os momentos singulares que a vida os oferece. Por fim, separam-se para sempre. Carl que era feliz, não é mais o mesmo após a morte da esposa. No entanto, a vontade de tornar o sonho de Ellie realidade, isto é, morar à beira do Paraíso das Cachoeiras, e a possibilidade de ser mandado para um asilo, fazem com que Carl tome a louca decisão de levar sua casa à America do Sul por meio de balões/bexigas. E é em meio às aventuras junto ao escoteiro mirim Russel que Carl descobre o sonho que viveu ao lado de Ellie, uma vida inteira conjunta, um sonho. Cai a ficha, Carl percebe que não é preciso morar à beira do Paraíso das Cachoeiras para ser feliz, a felicidade estava presente, sempre, mais perto do que ele imaginava.
[SPOILERS]
Penso que a vida é curta demais para vivermos amanhã. Tá certo, devemos nos precaver ante às possibilidades observadas, mas como prever desastres, acidentes e fatalidades? Às vezes, vivemos o sonho futuro, aquilo que nos espera lá... longe. Pensamos que seríamos completamente felizes se tivessemos isso ou aquilo ou, talvez, se conhecessemos algo ou alguém. Ainda que tudo isso venha a trazer alguma felicidade, às vezes, deixamos de viver a alegria que se encontra no caminho rumo aos sonhos, nas coisas simples, porém significativas da vida.
Em "O livro mais mal-humorado da Bíblia", Ed René Kivitz escreve: "Conscientes de que para ele são todas as coisas, entregamos tudo a Deus. E o que ele faz com aquilo tudo? Deus devolve para nós. O prazer de Deus - e consequentemente o nosso - é nos ver desfrutando daquilo que ele mesmo concedeu. (...) Aí eu posso ouvir Vivaldi, apreciar Gauguin, ler Shakespeare, dar aula de matemática; posso até escrever um livro, acreditando que vai fazer sentido e eco na eternidade."
O presente é a dádiva que Deus nos concedeu para experimentarmos um pouco do que será o amanhã. Com certeza, o paraíso será muito melhor. Mas creio, também, que as perceptivas delícias da vida dão-nos uma pequena pista do que será lá... no futuro chamado: eternidade.

domingo, 6 de setembro de 2009

Sobre noites de chuva

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a noite era fria e escura, chovia. quando olhou pela janela, avistou um céu cheio de raios. as noites de trovões davam-lhe medo, bastante medo. ela, que era corajosa na maior parte do tempo, via-se sempre medrosa em noites de estrondos mais altos que o som da tv, faltava-lhe algo. o medo de estar só, a irracionalidade de dizer coisas de si mesma e a falta que sentia traziam-lhe arrepios inesperados, suspiros. ela, que era forte, sentia que sua capacidade em ser era inversamente proporcional à sua capacidade de pertencer, talvez, se fosse menos e pertencesse mais, seria diferente. o cheiro de café e o livro aberto sobre a cama, não mais importavam. o medo das trovoadas e da solidão faziam-se presentes. em seu coração, esperava, intimamente, que a tempestade passasse. em uma prece rápida, pediu paciência. olhou para fora, queria que o dia tivesse amanhecido. era noite ainda.

sábado, 5 de setembro de 2009

Sobre amigos, melhores amigos, amigos de verdade e colegas

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via: blog das 30 pessoas

Hoje em dia anda muito difícil fazer amigos e eu não falo isso porque não entra mais ninguém decente no Chat do UOL não. Pra quem não lembra do processo, tudo começa ainda no colégio, quando você descobre que existe os amigos, aqueles pra quem a gente conta as coisas, e os colegas, os que andam junto contigo, mas que não merecem muita confiança. Criam-se os grupos e provavelmente o cara mais bonito da sala vai pegar a menina mais gata e despertar a sua primeira inimizade.

Quando éramos mais novos, mais bonitos e menos barbudos, fazer amigos era a coisa mais fácil do mundo. Era só tropeçar em alguém da mesma idade, com uma cara de saudável e perguntar: “oi, quer ser meu amigo?”. Se morasse perto então ou tivesse brinquedos legais, ficava melhor ainda. Não exigia confiança, número de celular e raramente ele te pedia dinheiro emprestado.

Na pré-adolescência, o que estragava era a história dos melhores amigos, que são uma versão primitiva dos amigos de verdade. Os melhores amigos são aqueles com quem voce passava horas no telefone ou no shopping se voce for uma garota; passava horas jogando futebol e falando da prima gosta se voce for um garoto; passava horas jogando Mortal Kombat II no SuperNes se você for um nerd.

Hoje, ja não é possível fazer amizades de verdade após os 23 anos. Mesmo porque, depois de ficarmos razoávelmente velhos, começamos a diferenciar os amigos dos amigos de verdade e isso é uma bobagem que só faz com que você passe os sábados vendo Tina Fey imitar Sarah Palin no Saturday Night Live. Exigimos que eles compreendam nossos dramas, nossa falta de tempo, que aceitem nossas loucuras excentricidades e que nos dêem ingressos pra shows de graça.

A vida passa e vamos nos acostumando também a ter grupos de amigos sazonais. Os amigos do trabalho, os amigos do ex-estágio, os amigos do prédio, os amigos da faculdade e acabamos perdendo alguns pelo meio do caminho. Eles começam a namorar e te deixam de lado, mudam de religião, viram vegetarianos ou começam a comer insetos e participar de cultos de xamanismo. E é bem provável que com o tempo você se esqueça da maioria deles.

O ICQ morreu, veio o MSN, depois o Orkut e conseguimos dar uma certa sobrevida à amizades mal-resolvidas e distâncias mal-explicadas. No entanto, não é raro aparecer um ex-amigo, perdido no tempo, deixando um scrap dizendo que está morrendo de saudades, que casou e yatta yatta yatta vocês voltam a se falar. Mesmo que já não tenham mais nada em comum a não ser conversar sobre o passado.

É uma pena que a gente se acostume a manter contato com essas pessoas apenas pelo meio virtual. Saber o que ela está fazendo pelo Twitter, as músicas que ouve pelo Last.fm e as pornografias que ela está cadastrada pelo Google dá um certo alívio de não ser um amigo relapso. Sempre tive medo de ser aquele que não liga pra ninguém, que se faz de blasé e vive trocando de amigos, mas, acontece.

O tempo e essa vida corrida toda torna cada vez a gente mais distante de ser um amigo, um melhor amigo, um amigo de verdade. Triste saber que dizer “oi, quer ser meu amigo”, quer dizer pedir pra você clicar aqui. E se você pensa assim, no donut for you!

Ótimo texto do blog das 30 pessoas. Felizmente, posso dizer que tenho bons amigos verdadeiros, bons melhores amigos e bons colegas. Ainda que, de vez enquando, eu tenha alguma preguiça de pessoas, amizade faz bem sempre.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Retórica

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  • Você acha que vai ser feliz nesta vida, trabalhando, produzindo, sendo útil, dando vazão a sua criatividade?
  • Você acha que vai ser feliz nesta vida vivendo romances intensos, apaixonando-se, entregando-se para alguém e vivendo um grande amor?
  • Você acha que vai ser feliz nesta vida, acumulando riquezas e bens, sendo bem remunerado e recebendo por seu trabalho digno e justo?
  • Você acha que vai ser feliz nesta vida, divertindo-se, tendo tempo para a contemplação do belo e dos mistério, enxergando o que está por trás da realidade do dia a dia penoso?
  • Você acha que vai ser feliz nesta vida, escutando boa música, apreciando museus, degustando um bom vinho e lendo poesia?
  • Você acha que vai ser feliz nesta vida, tendo amigos de verdade, compartilhando a mesa numa conversa de profunda intimidade e alegre comunhão?
Você está redondamente enganado! E por quê? Porque o Eclesiastes fez tudo isso e não encontrou a felicidade. Foi então que ele se perdeu.

Ed René Kivitz em "O livro mais mal-humorado da Bíblia".

Estou pirando junto com o autor. Muitíssimo bom, recomendo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Li em Agosto de 2009

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Agosto de Deus foi tão rápido quanto uma folhinha lançada ao vento.
E aproveitando o ensejo das listas e resumos, informo que consegui cumprir boa parte da "agenda cultural" proposta , por mim, no início do mês. Compareci ao show da Vineyard (muito bom!), à palestra do diálogos contemporâneos e ao #WSMS (Workshop Sebrae de Mídias Sociais), com direito à participação do mega apresentador Marcelo Tas. Tudo muito bom e relevante. Apesar de não parecer, há em Campo Grande coisas que realmente valem a pena.
Deixando um pouco o blábláblá de lado, segue abaixo a minha mensal-lista-de-livros-lidos.
O andar no espírito, o andar no poder - Dave Roberson
Walk On, a jornada espiritual do U2 - Steve Stockman
Tempus Fugit - Rubem Alves
Sentimento do mundo - Carlos Drummond de Andrade

Todos muito bons!
O andar no espírito, o andar no poder relata a importância do falar em línguas e de como esse importante dom pode fazer toda a diferença na vida das pessoas.
Walk On fez-me ouvir e curtir o som do U2.
Tempus Fugit cronicado extraordinariamente por Rubem Alves é uma fuga no tempo.
Sentimento do mundo é a delicadeza e simplicidade de Drummond embutidos em palavras.
Agosto foi bom, muito bom. Que venha setembro com o livro mais mal-humorado da biblia, as crônicas de nárnia, o hobbit,o silmarillion, o senhor dos anéis e outros. #dátempo?