domingo, 30 de agosto de 2009

For today

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[Surprise me, please.]

sábado, 29 de agosto de 2009

Sobre o amor - C.S Lewis

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Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, você não deve entregá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente em seus hobbies e pequenos luxos, evite qualquer envolvimento, guarde-o na segurança do esquife de seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro, sem movimento, sem ar - ele vai mudar. Ele não vai se partir – vai tornar-se indestrutível, impenetrável, irredimível. A alternativa a uma tragédia ou pelo menos ao risco de uma tragédia é a condenação. O único lugar ... onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e pertubações do amor é o inferno.

- C.S Lewis em "Os quatro amores".

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mídias Sociais

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A bola da vez são "As Mídias Sociais". Há pouco tempo, a internet tornou-se via de mãos duplas, onde o usuário é muito mais do que simples consumidor. Foi-se o tempo em que éramos apenas receptores de mensagens pré-pensadas com o intuito de nos nortearem segundo a concepção de alguns poucos. Hoje, a internet é a democratização da informação. Podemos reclamar dos políticos e fazê-los ouvir tudo aquilo que nos estava engasgado. Podemos elogiar aquela empresa que nos prestou um serviço muito bem feito, como também disseminar que a experiência de compra/venda com aquela outra empresa é péssima e pouco recomendável. Podemos interagir com artistas, cantores e escritores, e também, podemos perceber que eles são muito mais gente do que pensamos, eles erram como nós, humanos. Sim nós podemos!
Semana passada, tive o privilégio de participar das várias palestras do #WSMS. Entre os palestrantes estavam: @betoaloureiro, @interney e @marcelotas. Confesso que fiquei impressionadíssimo ao vislumbrar a revolução em que estamos vivendo, afinal, ela está acontecendo hoje, agora. Haja vista a rapidez da informação (ainda que nem tudo que caia na internet seja, de fato, verdade), a comunicação mais eficiente (Tas diz: "a comunicação nos aproxima cada vez mais, daqui a pouco estaremos frente a frente conversando, ainda que distantes geograficamente.") e a democratização do saber (sim, refiro-me ao Google).
Em sua palestra, Marcelo Tas foi genial, não é a toa que ele é considerado o ícone brasileiro quando o assunto é mídias sociais, vestido de forma simples: blazer, jeans e all-star, arrebatou a atenção de seus interlocutores com inteligência e maestria. Quando perguntado sobre a relação entre as mídias sociais e a política no Brasil, relatou ao público presente o quanto a troca de informações tem contribuído para um pensar mais aprofundado sobre o atual panorama político brasileiro, não que algumas manifestações como o #forasarney sejam referências de mudanças, mas deve-se atentar ao fato dos jovens e adolescentes estarem muito mais por dentro da política hoje do que em anos anteriores, graças aos adventos da internet. Ao concluir, Marcelo Tas relatou sua esperança de que as eleições de 2010 serão "diferentes", mostrando um Brasil mais interessado com seu presente e empenhado sobre o seu futuro (sem analogias ao passado, como o nosso eterno-falho "Brasil, país do futuro").
As Mídias Sociais são, de fato, o nosso mais recente presente e, provavelmente, o nosso futuro. Resta-nos exercer da melhor maneira possível o poder que nos é cabido como usuários e consumidores eternamente insatisfeitos. Assim, quem sabe, alguma coisa muda em algum lugar. Quem dá a bola somos nós, estamos ali na crista do tsunami social.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Internet University Cast

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via Pavablog

Prazer, Raphael Akamine

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Natural de Campo Grande. Excêntrico, não sabe se definir muito bem. Leitor compulsivo, lê de dois a cinco livros por mês, culpa do mob de leitura do Pava. Gosta de escrever, mas sabe que tem muito o que aprender. Apaixonado por futebol: jogar, assistir, o que importa é o futebol. Jornalista frustrado, administrador, quem sabe. Não se considera filósofo, mas gosta de pensar nos porquês e oquês. Gosta de fotografia, fotos artísticas de preferência. Cristão. Ama viajar e passar tempo com os amigos em um café qualquer. Com certeza, o verso de Rosa define-o muito bem: "O senhor mire e veja. O mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam e desafinam. Verdade maior. "

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Postagem via n95

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Entrando na onda tecnologia, inspirada pelo WORKSHOP SEBRAE DE MIDIAS SOCIAIS - #WSMS, posto meu primeiro post via n95. Daqui a pouco começa a palestra do interney, se nao me engano, e logo a noite a palestra do @marcelotas. #fera. Graças ao wireless disponibilizado pelo Sebrae, faço esta cobertura ao vivo. #valeu. Ambiente legal, galera da área. It will be cool.

domingo, 16 de agosto de 2009

O livro mais mal-humorado da Bíblia

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O livro de Eclesiastes reforça a idéia de que as materialidades da vida não trarão a tão buscada felicidade. O que há debaixo do sol é, no fim, vaidade (Ec 1:2-3).
Ao ler o primeiro capítulo do livro "O livro mais mal-humorado da Bíblia" deparo-me com a proposta de Ed René Kivitz em trazer ao leitor a mensagem de Eclesiastes, por meio de criativas exemplificações e ótimas reflexões.
O tédio é explicado como a falta de capacidade em perceber que há na vida um sentido maior do que a rotina, do que as tradições. O tédio é deixar de perceber que o mundo só fará sentido a partir do momento em que há o vislumbre Daquele que está acima de tudo, e que "por trás de um mundo projetado, há um Projetista".
Um dos altos desse primeiro capítulo de Kivitz é a confrontação do tédio, o autor dissolve o problema do tédio ao demonstrar por a + b que a experiência pessoal quebra a rotina da humanidade. Quando sentimos, fazemos e agimos deixamos de ser estatística, generalidade, tornamo-nos únicos. Segundo Kivitz "Há experiências tão particulares que passam a ser universais. Cada vez que alguém fala pela primeira vez, o mundo fala pela primeira vez. Cada vez que alguém de uma geração aprende a andar de bicicleta ou a manejar uma ferramenta, é como se fosse a primeira vez de todas as gerações. Cada vez que alguém toma uma decisão difícil ou dá o primeiro beijo, o mundo se supera e se apaixona."
Atentemo-nos para pessoas, singularidades, vitalidade e insaciabilidade. Assim, quem sabe, é possível vencer o tédio, aquele sentimento que fica lá no âmago, questionando-nos sobre a razão do viver.
Clique aqui para acessar ao primeiro capítulo do livro "O livro mais mal-humorado da Bíblia", por Ed René Kivitz, lançado pela Editora Mundo Cristão. Vale a Pena conferir.

Me + You = We

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Para a cruz eu vou

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Recentemente, terminei de ler o livro "Uma Ortodoxia Generosa". Muito além de uma capa bonita, o livro traz à tona um questionamento que por vezes tem me feito refletir, a minha dificuldade em ser cristão.
Ainda que eu não tenha nascido em berço evangélico (não gosto desse estereótipo), comecei a ir à igreja cedo o suficiente para que minha identidade fosse formada com o registro: cristão desde criança. Penso que é uma benção ter conhecido a Cristo desde cedo, com toda certeza superei problemas e dificuldades com mais facilidade. Jesus, generosamente, acende a luz. No entanto, sinto que no momento em que me defini como alguém com princípios cristãos, distanciei-me do chamado a que Jesus nos chama, ou seja, o ir, o fazer e o amar de Cristo. Sinto como se não houvesse espaço em minhas concepções para o "odiar o pecado e amar o pecador", ainda que meu dedo aponte para a igreja organizacional, vejo-me ali, pobre e falho lutando contra o farisaísmo e a falta de amor arraigados em minhas atitudes.
Deixo de me relacionar por conta dos meus pseudo-princípios cristãos, afinal, como farei amigos não-cristãos se não vou a baladas, festas e todas aquelas coisas de gente "mundana"? Descubro que Cristo preferia andar perto de mendigos, prostitutas e pecadores, a conviver com santos fariseus, os escolhidos para, teoricamente, se relacionarem com Deus.
Luto para entender a graça. Esforço-me para merecer algo que foi-me dado como um presente. Orgulhoso, procuro formas de entender como as minhas cargas podem ser simplesmente desconsideradas após um pedido de perdão. Vejo-me no lugar do irmão mais velho, o qual questiona o pai sobre a festa do filho mais novo. Por vezes, deixo de entender que "a graça me basta".
"Pela cruz, me chamou, gentilmente, me atraiu e eu, sem palavras, me aproximo quebrantado por Seu amor". Esse pequeno trecho de música, ajuda-me a entender que Cristo tem me chamado de forma gentil, atrai-me com sua graça e alegria, porque a maior obra já foi feita na cruz. Esforço-me para deixar de lado todos os meus conceitos - de que servem sem fé? -, volto os meus olhos para o autor e consumador da minha fé e, carregando minha cruz, caminho.

sábado, 8 de agosto de 2009

A Carolina

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Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.

Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro
Que, a despeito de toda humana lida,
Fez a nossa existência apetecida
E num recanto pôs um mundo inteiro.

Trago-te flores, - restos arrancados
Da terra que nos viu passar unidos
E ora mortos nos deixa separados.

Que eu, se tenho nos olhos malferidos
Pensamentos de vida formulados,
São pensamentos idos e vividos.


Machado de Assis

Carolina Augusta Xavier de Novaes e Joaquim Maria Machado de Assis casaram-se no dia 12 de novembro de 1869 e viveram uma plácida e amorosa vida conjugal durante 35 anos. A morte da esposa, em 1904, deixa Machado abatido e queixoso. Em carta a Joaquim Nabuco, datada de 20 de novembro do mesmo ano, escreve, lamentando-se: "Foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo."
Em 1906, depois de terem sido publicadas as Poesias completas, o poeta escreve seu mais pessoal e profundamente sofrido poema, um verdadeiro réquiem, intitulado "A Carolina". Talvez, para não demonstrar vestígios de um sentimentalismo piegas, Machado elege uma forma poética que reverencia também, sutilmente, o tom e a textura camonianos. Essa aproximação estilística à linguagem castiça, que renova, mais do que copia, no século XX, o sabor do verso quinhentista, foi observada por J. Mattoso Câmara, no ensaio "Um soneto de Machado de Assis".
Ao lado de conhecidos poemas como "Círculo vicioso" e "A mosca azul", o soneto "A Carolina" é considerado a mais comovente pedra de toque da obra poética de Machado de Assis.
No ano de 2006, comemorou-se o centenário de "A Carolina", publicado pela primeira vez no livro Relíquias de casa velha, soneto que não foi recolhido em algumas edições das poesias completas.

Fonte: Folha Ilustrada

Felizmente, Machado é Machado. O melhor escritor brasileiro de todos os tempos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Li em Julho de 2009

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Julho foi um daqueles meses em que a expectativa foi maior que a realidade. Triste. Pensei que terminaria a trilogia do "Senhor dos anéis" nesse micro período de férias. No entanto, Julho rendeu-me apenas dois bons livros que não fazem parte da saga de Tolkien.
Startup, Jessica Livingston
Uma Ortodoxia Generosa, Brian McLaren

Startup é um daqueles livros-entrevistas. Jessica Livingston entrevista os mais influentes nerds do mundo. Criadores de sistemas, programas, hardwares, verdadeiras necessidades nos dias de hoje, os entrevistados compartilham experiências para aqueles que querem ou não criar um startup.
Uma Ortodoxia Generosa é genial. Livro que a gente arruma desculpa para demorar de ler. Com uma linguagem simples porém reflexiva, Brian McLaren descreve as várias facetas do Cristianismo, ajudando-nos a entender como o amor é capaz de romper as diferenças e unir corações aparentemente heterogêneos, coisas de Jesus. Uma delícia o livro, recomendo.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Sobre o amor

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Resolvi dar continuidade ao movimento "o que é o amor?" presente no blog do André Katayama.

Inspiro. O amor aperta o coração, causa-me doces suspiros. É bom sentir ter, ser e pertencer a um sentimento como o de duas pessoas apaixonadas. O coração deixa de ser orgão e torna-se substantivo abstrato, amor. Não especifico o amor, generalizo-o. Entre cartas, palavras e abraços o amor é aquela sensação de segurança e aconchego, reciprocidade. A presença daquela pessoa encurta o tempo, aproxima as estrelas, rompe o marasmo, torna-se resposta. Porque mais do que sentimento o amor é vida. Respiro.

domingo, 2 de agosto de 2009

Agenda - Agosto

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Agosto de Deus promete ser um bom mês. Segue neste post umas dicas culturais que prometem bom entretenimento e ótima diversão.
Hoje, em um churrasco de família remexendo em algumas coisas velhas acabei encontrando um livro do Rubem Alves; há algum tempo, por meio do Pavablog, descobri esse escritor tão sensível à simplicidade e ao cristianismo. Li alguns trechos e tenho a leve sensação de que a leitura será uma delícia.
Além do achado, há alguns shows que estão por acontecer, tais como os da: Vineyard, Heloisa Rosa e Mariana Valadão - já na ordem de preferência. Talvez, mesmo não sendo possível ir a todos, pretendo ir, ao menos, a um desses.
Outra coisa legal que descobri recentemente é que em minha cidade existe um CINECULTURA. Por acaso no flickr do marvimm - ótimo aluno meu - dei de cara com um cartaz que citava a existência deste cinema em que filmes não-holywoodianos são exibidos. (alguém topa uma sessão de cinema alternativo aí?)
No dia 10 de agosto, dando continuidade ao projeto "Diálogos Contemporâneos", Renato Janine Ribeiro Professor de Ética e Filosofia Política na USP e escritor. Fará uma palestra sobre a estética da superficialidade - a supervalorização e o esquecimento da juventude.
Já comentei que Marcelo Tas estará em CG como palestrante no "Workshop Sebrae de Midias Sociais"? Pois é, dias 20, 21 e 22 acontecerá no SEBRAE/MS o #WSMS (digite a tag no twitter para visualizar o que o pessoal anda falando sobre o evento), além do Tas, o evento contará com blogueiros e ícones das mídias sociais. Vamos ver se a minha gerente vai me liberar para participar do evento - frio na barriga.
Agosto promete ser um mês agitado e barato, já que a maioria dos eventos citados é gratuito ou tem preço simbólico de entrada.
Fica então a dica. Alguém topa a maratona?