sábado, 20 de junho de 2009

Opiniões

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Nesses dias tenho sido bombardeado por críticas e murmurinhos. A verdade é que estagiar tem sido algo fora do comum, diferente. Quando passei na seletiva, pensei que logo me adaptaria e que conseguiria tirar de letra minhas funções no exercício administrativo. No entanto, deparo-me dia-a-dia com críticas e, às vezes, até com broncas e caras feias. Realmente, subordinar-me é difícil.
Entretanto, minha expectativa é de melhoras. Apesar das chamadas e puxões de orelha, tenho visto, claramente, que preciso melhorar em inúmeros/incontáveis aspectos. Haja vista o número de chamadas que recebo da minha supervisora. Tomara que minha flexibilidade seja provada e que minha vontade em ser alguém melhor seja refletida em resultado, de alguma forma.
Saí um pouco do motivo real do post. Logo, volto.
Esse post tem como intuito abrir espaço para dicas, perguntas e opiniões. O blog foi construído para minhas pequenas reflexões e algumas coisas que encontro pela internet, o que não me impede de mudar o foco. O que seria legal ver no blog? O que você não suporta mais ver por aqui?
Fica aí o meu pedido. Contribuam com críticas que façam do doakamine um blog melhor. (deixe sua opinião nos "comentários")
E ah! Logo teremos umas novidades aí, aguardem!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Hu(s)manos

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amizade. em livros. da caneca. a la crombie. fireworks. um sapo. um celular inv95. notebook sem memória ram. rascunhos. livros. idéias e câmera acidentada; fazem parte do nosso percurso humano, de manos.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Razoabilidade

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"Crer no sobrenatural não é simplesmente crer que, depois de viver aqui uma vida bem-sucedida, material e razoavelmente virtuosa, a pessoa continuará a existir no melhor substituto possível para este mundo, ou que, depois de viver aqui uma vida de privações e necessidades, a pessoa receberá compensação de todas as coisas que não experimentou: é crer que o sobrenatural é, aqui e agora, a maior das realidades."

- T.S. Eliot

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Art

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TITI FREAK (indicação do meu amigo andré.)

domingo, 14 de junho de 2009

Capítulo 3 - Interview

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Acordei cedo. O fim de semana fora muito bom devido a livros ganhos em promoções via twitter e a umas gargalhadas no "Crônicas - Fulano di Tal". Apesar das segundas-feira serem, geralmente, indesejáveis, essa parecia-me diferente. Ainda que eu tivesse que estudar para uma prova de estatística, animava-me a idéia da segunda fase da seletiva para estágio.
Pelo fato da entrevista ser no período da tarde, passei a manhã inteira na biblioteca perto de casa, com o intuito de estudar para o teste estatístico. Para falar a verdade, não conseguia estudar direito, tamanha era a minha ansiedade para a entrevista.
Voltei para casa, almocei e logo estava pronto para a entrevista. Calça bege-escuro, camisa branca e um sapatênis faziam parte do meu traje, nada muito formal, mas também, nada muito despojado. Cheguei ao local da entrevista em cima da hora, no entanto tive que esperar a psicóloga responsável pela seletiva por uns 10 minutos. Nesse meio-tempo, tomei uns copos de água e informei-me melhor, por meio de folders, a respeito da empresa na qual, possivelmente, trabalharia. Passados os dez minutos, um tanto quanto afoita e preocupada a psicóloga chega com uns papéis em mãos. Ela pede-me para acompanhá-la até uma sala logo em frente e pergunta-me se estou "nervoso"; respondo que não e ela inicia a entrevista verificando se todos os meus dados estão corretos.
Senti-me bem durante a entrevista e com liberdade, até exagerada, para responder às perguntas. Uma das perguntas mais difíceis que tive que responder foi: "Qual é o seu objetivo de vida?". Digo isso, porque quando pego de supetão a gente, quase nunca, consegue responder da forma que gostaríamos. E assim foi. Diante desse questionamento; gaguejei, pensei e respondi: "cumprir a vontade de Deus". Não que eu me arrependa pela resposta, até porque esse realmente é o meu objetivo de vida, mas lembrando-me da reação da examinadora questiono-me sobre o politicamente correto em não misturar crença com profissão. Enfim, deixei de lado, se fora considerado deslize, que seja; ao menos fora sincero.
Após outras perguntas de menor grau, a psicóloga instruiu-me a esperar até quarta-feira para que eu pudesse voltar até a empresa e, assim, conhecer a futura função. Despedi-me da moça-examinadora e na saída do prédio, deparei-me com o rapaz que na entrevista anterior estava desinteressado e encostado na parede fria-creme; ele seria o próximo na entrevista. Olhei torto e pensei qual era o critério de escolha para um bom candidato; certamente, eu desconhecia.
Voltei aos estudos e fiz a prova. À princípio, pensei que garantiria uma boa nota. No entanto, no transcorrer da prova percebi que sabia pouco e que o pouco não seria o suficiente para a média. Saí cabisbaixo da prova. A segunda-feira que deveria ser descrita com entusiasmo fora uma decepção, a incerteza da entrevista e o mau desempenho na estatística levaram-me a uma ansiedade desnecessária e chata. Ainda que os motivos tenham sido triviais, angústia e um pouco de decepção já estavam bem dosadas para a semana.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Top Five Maio 2009

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Começo de mês e aquelas listinhas doakamine. Para esse Top Five indico:
1º Livro: Ortodoxia - G.K Chesterton. (muitíssimo bom, na mesma linha do "Como os pinguins me ajudaram a entender Deus". Lição de espiritualidade.)
2º Seriado: LOST. (piração! 5ª temporada é sensacional.)
3º Texto: A Cruz de Cristo e a espiritualidade cristã - Ricardo Barbosa de Souza. (mais um Ricardo que escreve legal.)
4º Teatro: Crônicas - Fulano di Tal. (divertidito. muito bom!)
5º Pregação: Porque morrer gera VIDA - Min. Livres para adorar. (cool.)

Maio foi legal. Mês bom.

sábado, 6 de junho de 2009

Não é justo

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Já ouvi gente se queixando de que, se Jesus era tanto Deus quanto homem, então os seus sofrimentos e a sua morte perderiam todo o valor a nossos olhos, já que "para ele deve ter sido fácil". Outros poderiam (com muita propriedade) censurar a ingratidão e falta de graça dessa objeção. O que me abala nisso tudo são os mal-entendidos a que isso leva. Em certo sentido, os que assim pensam estão corretos. Eles entenderam bem a questão. A submissão perfeita, o sofrimento pleno e a morte perfeita foram mais fáceis para Jesus porque ele era Deus e, ao mesmo tempo, só foram possíveis porque ele era Deus. Contudo, essa não é uma razão um tanto estranha para não aceitar o que ele fez? O professor é capaz de desenhar as letras para uma criança porque ele é adulto e sabe escrever. Isso, sem dúvida, torna tudo mais fácil para o professor; e só porque é mais fácil para ele é que ele pode ajudar a criança. Se esta o tivesse rejeitado porque "é fácil para os adultos" e esperasse até aprernder a escrever com alguma outra criança que não soubesse isso, ela não avançaria muito rápido. Imagine que eu estivesse me afogando num riacho e que uma pessoa, que ainda tivesse um dos pés na margem, pudesse me dar uma mão que salvasse a minha vida. Será que eu teria o direito de gritar de volta (quase me engasgando): "Não, não é justo! Você está em vantagem! Você está com um pé na margem!"? A vantagem - chame-a de injusta, se quiser - é a única razão pela qual ela pode me ajudar.
Onde você acha que poderá achar ajuda se não fixar os olhos no que é mais forte do que você?

C. S. Lewis, em Cristianismo Puro e Simples.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Contingência e o vôo 447

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Por: Ricardo Gondim

O mundo está em choque. De novo a contingência mostra sua cara na tragédia do vôo da Air France. Vale lembrar: contingência significa que os acontecimentos não são sempre necessários. Quando ocorre alguma coisa sem uma razão que a explique ou justifique. Contingência gera imprevisto; fatos que escapam à engrenagem da causa e do efeito. Um avião cai porque o mundo é contingente, não porque tenha sido vítima do destino ou de um plano de Deus.

Diz-se no senso comum que as pessoas só morrem quando chega a hora. Caso isso fosse verdadeiro, o destino reuniu em uma aeronave as pessoas que deveriam morrer naquele dia. Isso daria à fatalidade um poder apavorante. Impossível pensar que gente de mais de trinta países entrou no vôo 447 sem saber que obedecia a uma força cega, que determinava aquele como o último dia de suas vidas.

Igualmente, acreditar que Deus permite a queda do avião porque tem algum propósito, soa esquisito. Cada pessoa, com histórias, projetos, sonhos, foram arrancadas da existência para que se cumprisse qual objetivo? Um objetivo macro? Isto é, para que a humanidade aprendesse ou se arrependesse? Isso faria com que as biografias fossem descartáveis, desprezíveis. O Divino Oleiro, sem precisar se explicar, afogaria tanta gente para conduzir a macro história para o fim glorioso? Sim? Mesmo que exista esse deus, eu não o quero.

Também, algumas pessoas aceitam que Deus tem um plano para cada morte individual. Verdade, ele é Deus, tem todo o poder e é capaz de reunir, em um só lugar, quem deveria morrer. Mas também é bom. Então todos os passageiros foram eleitos para cumprir qual bem? Satisfaz pensar que o bem de ceifar tantas vidas, mesmo sem nenhum sentido do lado de cá, na eternidade está garantido? (Deus sabe o que faz?!?!) Como explicar tal conceito para pais, filhos e parentes desolados? Todos acorrentados à trágica realidade que lhes roubou de seus queridos.

A idéia de que Deus tem um plano para cada morte se esvazia diante dos números. Um avião caiu, mas o que dizer dos incontáveis acidentes de todos os dias? O que dizer das balas perdidas que aleijam transeuntes? E dos erros médicos ou dos acidentes de trânsito? Recentemente uma senhora de nossa comunidade caiu da laje da casa em construção. Ela fotografava a obra para que a filha ajudasse com as despesas do acabamento. Quebrou a coluna e ficou paraplégica. A última explicação que se poderia dar é que Deus tinha um plano em deixá-la aleijada.

Jesus nunca cogitou o mundo sem contingência. Pelo contrário, não atrelou a queda de uma torre aos desígnios divinos; não disse que a cegueira do homem era consequência causal das ações interiores, dele ou de seus pais; advertiu que os seus discípulos enfrentariam tempestade, aflição e morte.

Contingência é o espaço da liberdade, portanto, da condição humana. Sem contingência nos desumanizaríamos. A consciência do risco de adoecer e da imprevisibilidade da morte súbita é o preço que pagamos por nossa humanidade.

O desastre do avião mostra a inutilidade de pensar que o exercício correto da religião e a capacidade tecnológica mais excelente sejam suficientes para anular a contingência. Nossa vida é imprecisa e efêmera. Portanto, vivamos intensamente. Cada instante pode ser o último – Carpe Diem!

Soli Deo Gloria

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Livros lidos em Maio

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Maio não teve o rendimento crescente dos meses anteriores, no entanto boas leituras foram realizadas. Ganhei o "Confiança cega" da editora Mundo Cristão e os livros "A vida do artista" e "Walk On" da W4, ambos em promoções via Twitter. Dizem que perdi alguns followers por causa dessas empreitadas. Valeu a pena.
Segue portanto a lista do que li em Maio:
Memórias de minhas putas tristes - Gabriel Garcia Marquez
Ortodoxia - G.K Chesterton
O mundo é plano - Thomas L. Friedman
Guerreiros da Luz vol 2 - Daniel Mastral
Tá frio e estou com preguiça de fazer um resumo. Só digo que vale a pena conferir o "Ortodoxia" e "O mundo é plano", dois ótimos livros. Os outros dois são bons, e só.